Categoria: Vida com Deus

VÍDEO: 3 coisas que você precisa saber sobre PERDÃO

maio 29
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Oi, gurias!

Vamos falar sobre perdão? Esse é um tema que sempre recebo perguntas e desabafos aqui no blog e também nas redes sociais. Por mais que falemos sobre o tema, diariamente precisamos pedir perdão e perdoar também.

Você já foi perdoada por alguém? Já liberou perdão para alguém? Se sim, você sabe o quanto é difícil, né? Mas é possível, pois é um mandamento de Deus para nós.

Lembre-se: perdoar não é um sentimento, mesmo que muitas pessoas confundam e pensem que você precisa sentir vontade para perdoar. O perdão, na verdade, é um mandamento, um ordem de Deus que encontramos lá na Bíblia. Portanto, devemos obedecer. O sentimento de paz vem depois da decisão intencional de perdoar.

Além disso, é importante saber que o perdão também não te dá crédito sobre a pessoa perdoada. Ou seja, não é porque você perdoou aquele que te machucou que você está superior. Diante de Deus, somos todos iguais e merecemos o perdão vindo Dele.

O perdão dá paz, dá liberdade de viver sem rancor e tira o peso da culpa e da mágoa, que não precisamos carregar. Por isso, quando Deus nos mandar perdoar, Ele o faz para nosso bem, por amor a nós.

Para esclarecer mais sobre o assunto, fiz um vídeo falando sobre 3 coisas que você precisa saber sobre PERDÃO. São dicas que vão te ajudar a abrir mão da mágoa, do rancor e da culpa.

Vem ver!

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Gostaram do vídeo? Agora é só colocar em prática as dicas e liberar perdão!

Espero que este vídeo tenha te abençoado! Se você gostou, compartilhe ele com suas amigas e não se esquece de se inscrever no canal lá no Youtube clicando AQUI, assim você recebe todos os vídeo em primeira mão!

Beijos,

Mari Simionato

Jesus era machista?

maio 18
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Jesus era machista?

Essa é pergunta que eu fiz a mim mesma depois de ler várias mensagens do movimento feminista acusando a Bíblia de influenciar homens a baterem nas mulheres.

O Jesus que eu li na Bíblia é completamente diferente daquele que elas falam. Então decidi estudar a fundo as questões teológicas e históricas para entender bem do assunto.

Fiz um vídeo dando evidências do que a Bíblia diz e do que o movimento feminista acusa.

Se você gostar, compartilhe com suas amigas também!

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Sobre não saber lidar com a paz

março 27
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Para quem não entende bem o que eu faço aqui em Los Angeles, além das semanas de moda que trabalho, faço parte de uma organização chamada Beauty Arise. O projeto está no mundo inteiro e tem o foco de trabalhar identidade, beleza e valor da mulher. Por isso, temos um curso de seis meses, chamado DTS. Cada semana é um tema diferente, com um professor diferente.

Foi aí que conheci a Kay. Ela veio para nos ensinar sobre relacionamentos, um dos temas mais importantes da escola, pois são neles que as feridas acontecem e também curadas. A maioria das mulheres que eu conheço baseiam seus comportamentos pelas feridas que tiveram em relacionamentos, sejam com pais, filhos, amigos ou namorados/maridos, etc.

Kay sofreu abuso emocional e sexual durante a juventude. Passou anos carregando a dor da culpa (mesmo não sendo dela) e a vergonha que isso causou. Teve dificuldades em se relacionar com outras pessoas pelo medo de ser ainda mais machucada. Se fechou para as pessoas, para o mundo e para Deus. Ela tornou sua dor em sua identidade. Tudo o que tinha era sua dor. Baseava sua vida, o resto dos sonhos que lhe sobrara na ferida que tinha. Aliás, sua dor também era a desculpa para seu mau comportamento e o reflexo de suas ações. Por anos carregou uma carga que não lhe pertencia.

Foi quando começou a se relacionar com Deus. Quanto mais ela O conhecia, menor ficava o peso de sua dor. Quanto mais tempo passava com o Mestre, mais aprendia sobre perdão, restauração e liberdade. A medida que ia descobrindo sobre Deus, a dor era substituída pela paz. Paz que ela nunca tinha experimentado.

Ao se deparar com uma paz sobrenatural, com uma liberdade genuína, Kay simplesmente não sabia o que fazer. A paz era algo incomum e desconfortável para ela. Ela não sabia conviver com a paz. Não sabia como viver uma nova vida sem a dor, sem a culpa, sem rancor daqueles que a machucaram. Ela estava tão acostumada com esses sentimentos que não sabia lidar com a liberdade de vida que ela tinha recebido de Deus. Levou tempo para que ela aceitasse sua nova identidade.

Cada palavra dela me impactou muito. Passei a entender porque certas mulheres reagem à vida de forma diferente, todas de acordo com a “bagagem” que carregam, umas de dor, umas de ódio, outras de paz.

O remédio para todas as nossas dores está em Deus. Pertence à Ele a cura de todas as feridas. Você tem acesso sempre que quiser, na quantidade que quiser. Basta se achegar a Deus e permitir que Ele coloque o remédio sobre sua vida. Mas, mais que isso, depois de curadas, precisamos intencionalmente viver com a consequência da cura, que é a paz e a liberdade. Uma nova identidade deve ser vivida depois de receber o “remédio” de Deus. Porque é muito mais fácil se esconder por detrás de suas dores e jogar sobre os outros toda a mágoa que a vida lhe causou.

Ouvindo Kay, as palavras do apóstolo Paulo fizeram mais sentido para mim, quando ele disse que devemos ser transformados pela renovação da nossa mente (Romanos 12). Não basta você ser curada, você precisa ter uma atitude diferente. É como se alguém que fosse curado da incapacidade de caminhar, continuasse usando a cadeira de rodas. A cura vem de Deus, mas a transformação em nossa maneira de viver vem de nós. Somos nós que escolhemos, intencionalmente, viver a nova identidade em Deus que nos é dada. Está a nossa disposição!

Se Deus te perdoou e te ensinou sobre perdão, porque você insiste em falar mal de quem te machucou? Se Deus apagou seu passado, porque você insiste em estar na posição de vítima? Se Deus te deu uma nova oportunidade com relacionamentos saudáveis, por que você insiste em pensar que eles farão o mesmo que os outros? Se Deus te curou, por que você insiste em viver a vida como uma doente? Simplesmente não faz sentido.

Nova identidade exige novos hábitos. E hábitos se fazem com escolhas diárias, gota por gota, passo por passo, dia após dia. Se você já foi curada por Deus, comece agora a viver de forma digna deste remédio que, apesar de custar caro, foi te dado gratuitamente.

 

 

 

VÍDEO: Série Identidade 2 – Comparação

março 5
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Um dos grandes desafios que nós, mulheres, sofremos é com a comparação. Já ouviu aquela frase que diz que “a grama do vizinho é sempre mais verde do que a nossa.” Pois é… a comparação faz a gente ver o outro com superioridade ou inferioridade. E é exatamente sobre isso que falei no vídeo de hoje, ASSISTA!

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Série IDENTIDADE: O que você NÃO é!

fevereiro 15
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Decidi fazer uma série de vídeos falando sobre um dos principais temas que eu percebo nas mulheres: IDENTIDADE. A gente está sempre confusa de quem somos, nos comparamos com outras e, as vezes, nossa infelicidade está na falsa identidade que criamos.

Deus tem falado muito comigo sobre isso e quero compartilhar com vocês o que eu tenho aprendido com o Mestre!

Espero que abençoe sua vida, assim como abençoou a minha!

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VÍDEO: Mentiras X Verdades – No que acreditar?

janeiro 30
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Você pode escolher acreditar em mentiras ou em verdades. Mas saiba que isso influenciará diretamente na sua reação em relação ao mundo, aos seus relacionamentos e a vida.

Falei sobre isso no post de hoje, confere aí!

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Sobre liderar as emoções e não ser escrava delas

janeiro 23
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Não sei você, leitora, mas eu sempre lutei muito com minhas emoções. Nós, mulheres, somos mais emotivas, eu sei. O que nos diferencia umas das outras é como escondemos o que sentimos. Algumas parecem mais fortes enquanto outras expõe com mais facilidade o que sentem. O fato não é sentir, mas como reagimos àquilo que sentimos.

Na maioria das minhas fotos de infância estou chorando. E não é um chorinho simples, estou aos prantos! Lembro de chorar até dormir. Lembro das pessoas me perguntando o porquê do meu choro e eu inventar qualquer coisa, porque na real nem eu sabia a razão. Se eu estava feliz, eu chorava. Se eu estava triste, chorava. Se estava ansiosa, chorava. Chorava por precipitação, chorava de saudade, chorava porque me trazia alívio daquilo que nem eu mesma sabia bem do que era.

Por isso, sempre fui motivo de piada. Meus primos e irmãos zoavam de mim e, ao invés de responder, eu chorava. HAHAHA! E antes que você me pergunte, eu tive uma infância feliz e tranquila, sempre fui rodeada de amor e cuidado. O fato é que o choro era a minha primeira reação aos meus sentimentos. Alguns comem, outros fazem piada, eu chorava.

Ao longo da minha caminhada com Deus aprendi – e ainda estou em processo constante de aprendizado – a liderar minhas emoções e não deixar que elas definam meu dia, meus relacionamentos e minha visão sobre a vida.

Já tive dias que acordei feliz e em paz, até que alguma situação me entristecia e minha tranquilidade era substituída por angústia. Ao mesmo tempo, já tive dias que acordei triste, recebi uma ótima notícia e fiquei feliz e radiante. Em ambos os casos, deixei o exterior coordenar meu interior. Deixei as circunstância definir minhas emoções. Deixei a “vida me levar”.

Jesus, sendo homem e sendo Deus, também tinha emoções. A Bíblia diz que Jesus chorou, diz que Ele sorriu, diz que ficou bravo, diz que Ele quis ficar sozinho, diz que Ele ficou triste quando Lázaro morreu. Jesus era emocional. Mas, ao mesmo tempo, Ele controlava todos os seus sentimentos e não deixava nenhum deles impedir Sua missão na Terra. Ele sabia para onde estava indo, sabia seu chamado e o trabalho que tinha pela frente. Jesus foi além do que sentia, inclusive na cruz. Ele disse, “Pai, se possível, passa de mim este cálice”. As emoções do Mestre estavam ali, expostas, gritando. Mas Ele foi além delas e disse “mas que seja feita a TUA vontade e não a minha”. Ele, mesmo em meio à dor e ao mix de emoções da morte e humilhação, não deixou nenhuma delas impedir o grande Plano de Salvação para o mundo.

Jesus é minha fonte máxima de inspiração, exemplo, reflexo perfeito de amor. Ele era Deus, soberano e dono de tudo. Mas era homem, cheio de emoções também. Por isso, Ele mais que ninguém entende o que sentimos. Foi Ele quem nos criou seres emocionais e isso nos torna tão únicos. Deus também mostra Seu amor à humanidade através das emoções. O grande problema é quando nossas emoções definem a maneira como lidamos com as pessoas, quando nossos sentimentos embaçam o olhar e distorcemos nossa visão em relação à Deus. Não somos escravos do que sentimos, a menos que permitimos isso. Não somos o que sentimos, a menos que nossas escolhas sejam baseadas em nossos sentimentos naquele momento.

Nossas emoções fazem parte da maneira incrível e perfeita como Deus nos criou, mas não podem definir nossa identidade, nem nos impedir de fazer aquilo que Ele nos chamou a fazer.

Como eu controlo minhas emoções? Aprendi que existe apenas uma maneira: rendendo elas ao Mestre. Ao Deus que as fez, ao Deus vê a imagem completa e não as partes, ao Deus que me fortalece nos dias de choro e se alegra comigo nos dias de dor. Eu rendo à Ele minha ansiedade, porque sei que Ele está trabalhando ao meu favor. Eu rendo à Ele meu medo, porque Ele tem poder sobre tudo e me protege do mal. Eu rendo à Ele minha alegria, porque sei que Ele tem um futuro de paz para mim. Eu rendo à Ele as minhas emoções, deixado Ele controlar todas elas.

Renda-se ao Pai. Ele dará constancia e paz.

Com amor,

Mari Simionato.

VÍDEO: Como adorar a Deus?

janeiro 15
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Deus tem feito tanto por mim, muito além do que mereço. Ele fez mais do que eu sonhei, me deu a oportunidade de viver a eternidade ao Seu lado, curou minhas dores, apagou meu passado e usa minha vida para abençoar a outras. E o melhor? Ele fez tudo isso por amor! Essa é a razão da minha adoração.

Falei mais sobre isso no vídeo dessa semana. Espero que abençoe sua vida como foi na minha.

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As vozes e eu

janeiro 5
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Existem muitas vozes que falam comigo todos os dias.

A primeira voz é a de mim mesma. Eu não sei você, mas converso comigo o dia todo, sobre tudo e sobre todos. Eu faço perguntas complicadas e me respondo com muita ousadia e cheia de experiência. Tipo, pergunto como quem não sabe nada e respondo como quem sabe tudo. Eu me xingo várias vezes ao dia, me autoelogio e dou risada junto comigo mesma. Falo tanto comigo que às vezes canso da minha própria voz. A voz da minha mente sempre está ali e sempre estará, ainda que eu precise controla-la. Afinal, ela é baseada nas minhas emoções e sentimentos naquele dia. Se estou super empolgada por algo que sei que vai acontecer, fico celebrando comigo mesma, peço minha própria opinião de look, me aconselho a não criar muita expectativa e dou risada em pensamento. Quando estou triste, me consolo e mostro para mim mesma uma outra perspectiva. Quando estou cansada, reclamo. Quando estou alegre, canto.

O fato é que a minha própria voz me engana. O meu eu é cheio de feridas e marcas do passado, cheio de julgamentos e preconceitos, de desejos humanos, orgulho e medo, muitos medos. Por isso, essa não é a melhor voz para se ouvir, ainda que ela esteja ali todos os dias. Às vezes é bom que ela fique em silêncio, quietinha.

Há também outra voz que se comunica comigo sempre: o mundo. Estou rodeada de pessoas o tempo todo, seja fisicamente, na televisão ou nas redes sociais. Se você parar para pensar, você raramente está sozinho. Se não tem gente, tem celular. Se não tem celular, tem televisão. Se não tem nada disso, o rádio está tocando e o mundo segue falando através das músicas. Somos bombardeados pela voz do mundo o tempo todo e ela influencia pensamentos e ações. Um exemplo: é janeiro, verão, férias. Estou em casa curtindo um calorão com o ventilador no rosto, ar-condicionado bombando e atirada no sofá sem ter muito o que fazer. Abro o Instagram para ver o que a galera anda fazendo e só vejo fotos de Noronha, Trancoso, férias na neve, gente alegre em volta da piscina e praia. Imediatamente, o mundo me diz:

– Bah, vida boa dessa galera, né? E tu aí, sem nada para fazer nesse calor, só vivendo a base de ventilador e picolé.

Sou eu que escolho como responder a isso, como reagir. Se a voz do mundo pesa nas minhas decisões e mexe com as minhas emoções, certamente isso me deixará triste, desanimada e me sentindo inferior a todas as pessoas que – aparentemente – tem uma vida muito mais feliz que a minha.

Quando escuto a voz do mundo, minha principal tendência é a comparação. Quando comparo minha vida com a de outra pessoa, tenho apenas dois sentimentos: inveja ou soberba. Ou invejo o que o outro tem e eu não, ou me sinto melhor que o outro e a soberba vem. A comparação é um veneno mortal.

O fato é que a voz do mundo segue falando, às vezes gritando nos ouvidos, colocando padrões de beleza e de felicidade que a minha vida real não alcança. Assim como a voz de mim mesma, essa aqui também precisa se calar ou, pelo menos, não me influenciar.

Há também uma outra voz, muito mais potente e poderosa que (admito!) escuto pouco, mas deveria ser a voz que baseia a minha vida e controla minhas emoções, a voz de Deus. Sim, parece louco, mas Deus se comunica com a humanidade. O Deus criador do universo, o Todo Poderoso, insiste em falar comigo. Em épocas da minha vida onde minha fé está nas alturas, ouço a voz Dele facilmente. Quando ela está fraca e ando desacreditada, Ele segue falando, mas eu duvido e minha racionalidade me impede de escutar. Sou campeã de encorajar os outros a ouvir a Deus, mas eu mesma nem sempre consigo. E sabe por quê? Porque a voz do meu próprio eu e a voz do mundo estão falando alto demais. Seria como aqueles jantares de família em volta da mesa, que todo mundo fala ao mesmo tempo e fala alto. Você até tenta escutar a opinião do seu pai, mas seus irmãos falam tanto que você não consegue ouvir e acaba desistindo. O fato é que TODAS AS VEZES que eu silenciei a voz da minha mente e do mundo, ouvi Deus tão claramente que minha fé foi fortalecida, meus sonhos ganharam um caminho a seguir, minhas emoções se equilibraram e eu me senti amada.

Silenciar outras vozes para ouvir a Deus parece tão simples quando coloco em palavras aqui, mas é tão difícil na vida prática. Exige fé, exige crer no que não se vê, exige renunciar a voz da mente que grita, exige fechar os ouvidos para a opinião do mundo que insiste em dizer como as coisas devem ser. Mas quando consigo faze-los calar e escuto a voz do Mestre, minha vida faz sentido.

Tudo o que Deus fala é amor, é cuidado, é zelo. Nele a vida vale a pena, as peças se encaixam. Só o Criador conhece a criatura por completo, só Ele sabe o porque me fez, qual a finalidade da minha vida, a razão pelos quais Ele colocou em mim exatamente esses defeitos, misturados com essas qualidades. Ele vê a imagem completa, eu vejo apenas as peças soltas do quebra-cabeça.

Hoje é dia de me silenciar e deixar que Ele fale, que Ele ensine, que Ele grite.

“Ouço a voz do alto a me dizer… Sê Valente! Sê valente!”

Com amor,

Mari Simionato.

 

 

VÍDEO: Vamos falar sobre generosidade?

dezembro 30
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Se eu pudesse escolher uma palavra para 2017 seria a generosidade. Tá faltando muito no mundo e o mundo precisa muito dela.

A Bíblia diz que o “O generoso prosperará. Que dá alívio aos outros, alívio receberá” (Pv 11:25).

Falei mais sobre isso no vídeo dessa semana. Ahh…e não esqueça de se inscrever no canal do Youtube, clicando AQUI. Assim você consegue ver os vídeos em primeira mão.