Tag: fotografia

FOTOGRAFIA Uso do Photoshop: qual é o limite?

maio 11

Oi, meninas! Cá estou com mais um post sobre fotografia!

Atualmente, em (praticamente) todos os trabalhos publicitários fotográficos, ou mesmo em selfies, são usados ajustes e os famosos filtros para melhorar a fotografia e esconder imperfeições.

Como fotógrafa, julgo necessário o uso destes macetes para tornar a imagem mais atraente, porém, penso que é preciso atentar às manipulações. Em meus trabalhos, por exemplo, inexistem grandes modificações porque prezo pela naturalidade – como podem observar nas fotos da Mari. Tirar uma espinha aqui, uma marca de expressão ali, não faz mal a ninguém – mas deixar o cliente ou a modelo irreconhecíveis é prova do exagero do queridinho Photoshop. Obviamente podem acontecer situações nas quais o próprio cliente solicita alguma alteração (emagrecimento, remoção de sardas, manchas na pele…), e nesta circunstância o fotógrafo pode atender ao pedido. Ajustes de contraste e exposição – desde que não afetem a autenticidade da pessoa – são, pra mim, aceitáveis e, por muitas vezes, necessários.

Existem muitos casos “gritantes” de abusos nas correções, principalmente após a popularização da fotografia digital que muito facilitou este processo. Um caso conhecido do excesso no uso do Photoshop é da revista Playboy que, há dez anos, publicou uma foto de uma modelo na capa, seminua, mas o umbigo dela havia sido retirado em meio ao tratamento da imagem.

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Episódios assim são comuns, mas, numa realidade mais próxima a nossa, ocorrem outros exageros na manipulação publicitária. Mesmo na edição de um book fotográfico podem acontecer deslizes. Às vezes, na empolgação e rotina, os fotógrafos “pegam pesado” no Photoshop. Por isso, é sempre bom ouvir opiniões de outros profissionais e pessoas leigas no assunto antes de entregar o material.

Em 2010, quando comecei a lidar com o Photoshop, trabalhava com fotógrafos conceituados na região. E nunca mais esqueci da frase dita por eles: “a melhor edição é aquela que te coloca em dúvida sobre a existência dela”. Hoje entendo perfeitamente essa colocação e busco aplicar o conselho no tratamento de imagens.

Abaixo, um dos meus trabalhos para vocês percebam que o tratamento é sutil, para que seja natural.

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Espero que tenham gostado!

Até a próxima! 🙂

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FOTOGRAFIA: Para bom fotógrafo, boa câmera é detalhe

abril 1

Aparentemente, fotografar parece tarefa fácil. Dependendo do propósito, até pode ser. Mas registrar momentos importantes da vida de pessoas que procuram teu trabalho exige (muita) observação e sensibilidade. Sejam em casamentos, aniversários ou ensaios fotográficos, o olhar apurado e a percepção das emoções são indispensáveis.

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Mesmo sendo relativamente nova no ramo da fotografia – 2 anos de trabalho com minha marca Nathália Braga Fotografia -, aprendi que uma boa câmera fotográfica apenas ajuda na captação de belos momentos. O que transforma instante em eternidade é a capacidade e o envolvimento do fotógrafo com os acontecimentos. E, acima de tudo, a completa entrega do profissional às circunstâncias. Confesso que, em praticamente todos os eventos que fotografei, estranhamente me senti parte da celebração. Mesmo estando ali somente para exercer meu trabalho, minha sintonia com o clima e com as pessoas faz com que eu me sinta plena e completa. E essa dedicação se reflete em bons frutos – tanto fotografias esteticamente atraentes, quanto relações profissionais interessantes.

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Todo esse sentimento despertado durante os cliques provoca a reflexão: é trabalho ou hobby? Os dois. E, pra mim, flui exatamente como precisa fluir. (Quase) ninguém trabalha sem receber algo em troca e (quase) a maioria das pessoas sentem-se insatisfeitas com suas profissões. Eis que me sinto privilegiada. Faço o que amo e amo o que faço. E esse clichê traduz perfeitamente a importância da fotografia em meu cotidiano. Quando conheço alguém com o desejo de aprimorar habilidades com fotografia ofereço todo meu apoio. Além de ser utilizada como fonte de renda, penso, deve ser uma paixão, uma satisfação pessoal. Afinal, tudo o que contém amor tem um desfecho encantador.

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Nathália Lauxen Braga

Fotógrafa e estudante de Jornalismo

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Mulheres e sua constante autodefraudação

junho 4

Esse post não é para falar de moda, make ou unhas. É para falar de algo super sério e, muitas vezes, ignorado por nós: a autodefraudação.

Isso mesmo! É a maneira errada de ver a si mesmo. Por exemplo: aquela menina magra que se acha gorda, aquela guria linda que se acha horrível, aquela que perde a personalidade para ser igual à outra achando que a outra é superior à ela, etc…

Qual sua autodefraudação? Do que você sente vergonha em si mesma?

Por onde ando, percebo o quanto isso aflige as mulheres. Não que não possamos nos cuidar e usar a tecnologia à nosso favor, como no uso de maquiagens, produtos de beleza, etc. Mas quando isso passa dos limites e mesmo com o mais alto consumo dessa tecnologia, ainda nos sentimos feias, isso se torna um problema!

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Recentemente, li uma reportagem sobre uma coreana tirou uma série de fotos com mulheres que acabaram de passar por cirurgias plásticas. Até aí, tudo bem! O problema é que a maioria dessas cirurgias são de asiáticas tentando esconder o olho puxado, pequeno, característico delas, para ficarem iguais à nós, ocidentais. Para elas, o padrão de beleza somos nós.

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Outro absurdo são as meninas que usam cola na pálpebra móvel dos olhos para colar na pele perto das sobrancelhas. Muitas acabam rasgando a pele ficando cegas. E isso não é história, não! Eu vi meninas fazendo quando estive na China e americana Kelley Katzenmeyer mostrou em um documentário que fez com meninas coreanas. Elas usam um tipo de pinça (como se pode ver na foto abaixo) para deixar os olhos maiores.

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Nesse vídeo, dá para entender melhor como funciona!

O fato é que isso não acontece só lá na Asia, acontece aqui também, com mulheres comuns. E isso gera uma série de problemas de aceitação, identidade e autoestima. Os padrões impostos são difíceis demais de serem alcançados!

Mas se levarmos em conta que Deus nos criou de forma única, com nossos defeitos e habilidades, dores e alegrias, sonhos e paixões, fica muito mais fácil ser feliz!

Se nos baseamos nos padrões de Deus, percebemos que ser quem somos vale muito mais do que fingir uma vida que não existe. Percebemos que até aquilo que as pessoas julgam ser um defeito, Deus usa para algo grande!

Então, faça uma análise de si mesma e pergunte-se: onde tenho vivido uma autodefraudação? O que Deus pensa em relação à isso?

E viva sendo exatamente que você é!

Beijo grande!

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Fotos by Pri-k Fernandes

novembro 30

Ainda falando da minha ida à São Paulo, aproveitei para fazer umas fotos com minha amiga e  fotógrafa preferida: a Pri-k Fernandes!

As fotos sairam bem como eu queria, sem aquela cara de “book”, sabe? Ficou super espontânea e eu adorei! Nos divertimos muito!

Escolhi algumas para mostrar para vocês e espero que gostem!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Priscila Fernandes Fotografia

[email protected]