Tag: Paris

Tendência All Jeans

outubro 7

As marcas desfilaram nas passarelas, as fashionistas usaram nas ruas e a tendência jeans com jeans promete ficar.

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Aliás, o jeans é uma peça tão, tão, tão clássica que misturar texturas e cores do mesmo tecido é sucesso certo!

No último Paris Fashion Week a marca Barbara Bui desfilou uma coleção com muito jeans. Ela, inclusive, fez este mix de texturas e usou short com jaqueta (duas peças MEGA clássicas!) que todo mundo tem no guarda-roupa, então fica fácil de copiar.

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Nas ruas a moda também já pegou. A gente encontra o mix de calça + camisa, short + t-shirt, saia + blusa, etc…

Vai da criatividade de cada um. Homens e mulheres podem apostar na tendência sem medo de errar!

Quer ver?

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Gostaram, meninas?

Rola usar?

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Últimos momentos em Paris

setembro 17

Olá, gurias, vamos à última parte da nossa trip por Paris?

Como a capital francesa é um pouco cara, conforme os dias vão passando a grana vai diminuindo e as atividades também, hehe. No penúltimo dia lá, saímos do apartamento que estávamos e fizemos check-in em um hotel, pois eu e meu namorado passamos a última noite sozinhos – enquanto meus cunhados voltavam de trem para Roma. Olha, achar um hotel ou hostel de qualidade por um preço bem acessível foi difícil! Na hora de escolher a coisa tava tão punk que descartei um hostel cujos comentários eram sobre baratas, aí não dá né? No fim optamos pelo Hotel du Centre, muito bem localizado. Pequeno, com banheiro minúsculo, mas pelo menos era limpinho.

paris05Então, depois de deixar as malas no hotel, fomos de metrô para o bairro Père-Lachaise. Descemos na estação de metrô e caminhamos um pouco por lá. Encontramos uma padaria com macarrons deliciosos  e uma loja de cosméticos que valia MUITO a pena! Os shampoos da marca Schwarzkopf estavam pelo equivalente a R$ 33,00 , o que aqui no Brasil se paga em média o dobro disso! De lá fomos para o principal ponto turístico do bairro, o cemitério! Tá, ok, não é um ponto turístico digamos assim, mas simplesmente estão enterrados lá grandes artistas, como Chopin, por exemplo. Apesar de mórbido, o cemitério tem ruelas arborizadas e uma praça central bem bonitas.

Nosso primeiro ponto foi o sepulcro do canto Jim Morrison, que meu namorado não abria mão de ver. Visitamos ainda os túmulos do escritor Oscar Wilde,  Balzac e do fundador do espiritismo, Alan Kardec. Reza a lenda que a primeira vez que se vai lá se pode fazer um pedido. Basta colocar a mão sobre o busto dele e caprichar!

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Como o cemitério é imenso, caminhamos bastante e de lá voltamos para o hotel, hora de fechar as malas e começar a se despedir de Paris. No dia seguinte, saímos com as malas para não perder tempo voltando ao hotel, imagina a cena, haha! Apesar que isso é bem comum por lá. Fomos para um dos pontos que eu mais aguardava em Paris, aquele que eu não podia sair de lá sem ver: o Museu D’Orsay. E sabe por que? Porque além do acervo de fotografias (que eu adoro), além do prédio ser lindo e ter obras mais modernas, é onde estão alguns quadro originais (o-ri-gi-na-is) do Van Gogh, meu pintor favorito!!! Realmente foi uma experiência incrível ver um legítimo Van Gogh tão de pertinho! O museu fica à beira do Sena, quase em frente ao Louvre…Olha o museu aí embaixo!

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De lá, fomos até o Jardim de Luxemburgo, o maior parque público de Paris e simplesmente lindíssimo! Como nos outros parques, tinha muita sombra e cadeiras de ferro pra descansar. Aproveitamos que tínhamos tempo sobrando  e curtimos a paisagem, o monte de flores que coloriam o parque e as crianças andando de pônei! Junto ao jardim fica o Palácio de Luxemburgo, divino!

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Bom, pra finalizar nossa estadia na capital francesa, comemos um bom e velho baguete e pegamos a linha 1 do metrô até Porte Maillot, uma parte nova e próximo ao Palácio do Congresso. Fomos de shuttle bus até Beauvais, uma cidade ao interior da França cujo aeroporto opera apenas no verão e para empresas lowcost, como a RyanAir. O caminho é lindo, com estradas passando por terras agrícolas, muito feno e paisagens lindas. O aeroporto parece um paiol, como diz meu cunhado, mas apesar disso, foi onde os fiscais foram mais chatos e não deixaram nada além dos 100ml passar de jeito nenhum. Muitos turistas que estavam lá tinha que tirar até os sapatos para passar no detector de metais! Partimos para a Sicilia, na Itália, no próximo post, ok?

Beijos

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Encantadora Versailles

setembro 14

Boa tarde, meninas, aproveitando o final de semana?

Neste post vou falar de uma cidadezinha que combina muito com final de semana na minha opinião, Versailles. Mas antes de partir pra lá, deixa eu falar rapidinho sobre o metrô de Paris. Ouvi falar que é um dos mais complicados do mundo,mas não achei tudo disso.mapa-metro-paris-franca

As linhas urbanas do Metrpolitan de Paris são identificadas por números, e as linhas do RER são identificadas por letras e se estendem um pouco além da capital. Dentro de Paris, o passe para o transporte público é único, vendido em máquinas. Comprando dez bilhetes, cada um sai por 1,30 euros. Como as linhas se encontram em diversas estações, é só ver de onde você está saindo e para onde quer ir e quais as linhas que se localizam próximas e em qual estação você deve mudar de linha, se for preciso. Algumas estações têm encontro de duas linhas apenas, aí fica fácil, mas tem algumas centrais como Châtelet que é bem mais complicado. Ah, além de saber a linha que você precisa pegar, lembre-se de ficar atento à direção, que é sempre o nome da estação final/inicial.

Bom, para ir para Versalhes, é fácil. Como passa do raio de abrangência da capital, o certo é pegar uma tarifa intermunicipal para o RER linha C. Como eu e meu namorado não sabíamos, fomos com o ticket de metrô urbano e deu tudo certo, porque ainda bem que nenhum fiscal nos parou. E agora vem uma dica super útil: ao chegar na estação Versailles-Rive Gauche, já compre o seu ticket de volta!!! Como quase todos os turistas fazem o mesmo trajeto, as filas para comprar o passe na volta são enormes – e as máquinas só aceitam moedas! Se você só tiver notas, dirija-se a um guichê especial. A tarifa intermunicipal fica uns 2,50 euros, eu acho.

Bom, a estação de Versailles já é linda. A cidade tem cara de final de semana, porque é pequena, com avenidas grandes e muitos jardins. Saindo da estação, é só seguir o fluxo que você chega ao Palácio de Versalhes, esse aqui embaixo.

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Versailles, ou Versalhes, era um vilarejo pequeno até o rei Luis XIII construir o palácio para seu lazer: as caças. Com o tempo, o palácio foi ganhando importância e a cidade cresceu, por sinal uma cidade bastante rica. No palácio não entramos, porque a fila estava enorme, mas esse é também um motivo que temos para voltar a Versailles. Fomos direto para os jardins do castelo. A entrada é uns 8 euros, se não me engano, e são muitos hectares de jardins, repletos de fontes. É tão grande que na entrada a gente recebe um mapa com os sub-jardins, digamos assim. Não tem muitas flores por lá, a maior parte dos jardins é com arbustos e árvores, além de esculturas lindas! O bom dos jardins é que tem banheiros e lancherias. Assim, é um perfeito passeio pra descansar.

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Saímos perto do horários do almoço dos jardins e caminhamos por uma rua paralela à principal que era linda! Toda arborizada, com uma ciclovia e um calçadão. Fizemos um almoço com entrada, prato principal, cerveja e sobremesa a 15 euros cada, bem acessível.

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Voltamos pela avenida principal e paramos no mercado para comprar um vinho, um J.P Chenet rosé (tipo de vinho que super combina com o verão e que eles apreciam muito por lá) por 3,80 euros. Perto da estação também há lojas de roupas que vale a pena dar uma conferida. Na volta para paris, fomos com o mesmo RER C até a Torre Eiffel. Tomamos o vinho no Champs de Mars e enfrentamos uma filinha para subir até o máximo da torre. Pegamos o final de tarde em um dos principais tontos turísticos do mundo. Paris vista de cima é linda, confere só!

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Bom, nossa viagem por Paris está quase acabando, mas no próximo post te conto de um cemitério que fomos, sim um cemitério! Ah, falando dos metrôs ainda, cuidado com os carteiristas, como eles dizem. As cidades são todas tranquilas, mas há oportunistas que se aproveitam da distração no metrô para bater carteira. A dica é sempre ter a bolsa ou mochila por perto e ficar atento. Nós não tivemos nenhum problema com isso.

Beijos

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Enfim, a Torre Eiffel

setembro 9

Olá, meninas, tudo bom?

Vamos continuar nossa viagem por Paris?

Então, depois de ferver no primeiro dia no Louvre, Catedral de Notre Dame e Basílica Sacre Coeur, optamos por fazer os pontos mais desejados da capital francesa no dia seguinte, afinal a ansiedade ver a Torre Eiffel é grande né?

Saímos cedinho do Montmartre com um ônibus que parou no Louvre e de lá fomos a pé até o Jardim de Tuileries, entre o Louvre e a Place de la Concorde. Paralelo à Rue de Rivoli e aoSena, é o maior e mais antigo jardim parisiense. Lá optamos por fazer um passeio lindo na roda gigante. Vimos o ingresso a 9 euros e pensamos que valia a pena. De fato, a vista lá do alto é linda!

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Como as cabines são todas envidraçadas, é possível ter uma vista bem ampla. De um lado o Louvre e mais ao longe até a Torre, saca só!

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Saindo da roda gigante, o parque é um baita convite para descansar! Tem um chafariz repleto de cadeiras na volta onde as pessoas podem se sentar para apreciar a vista, fazer um lanche e respirar o ar parisiense, haha. Nesses jardins não se pode andar de bicicleta, até porque o movimento é bem grande. Eu super recomendo! Saímos de lá com a ideia de alugar uma Velib – as bicicletas de aluguel deParis. Ao contrário do que eu já havia lido, é possível sim alugar mais de uma bicicleta com o mesmo cartão de crédito. Para isso fizemos uma reserva pela internet e apenas inserimos um código no totem – mas o processo pode ser feito pelo próprio totem. As estações geralmente ficam em ruas perpendiculares à Champs Élysees e às avenidas maiores. Para não pagar taxa, a bicicleta deve ser devolvida a cada 30 minutos. Essa foi a parte ruim da bike, porque a gente tava sempre em função de achar um totem. Particularmente acho 30 minutos pouco, em Porto Alegre isso funciona melhor. De bike, demos uma banda e paramos na Sephora para retocar o perfume, haha!

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Bom, por falar em Sephora, a da Champs é enooorme! Além de todos os produtos de beleza e perfumaria, eles têm uma linha própria com sabonetes, velas e outros itens, o que vale a pena! Bom, a Champs é enorme! Uma avenida bem larga, com uma calçada bem larga também e tudo que é loja! De cara fomos na Gap, que acabou de chegar em São Paulo e não tem em outros lugares do Brasil! Na Champs o consumismo impera! Compramos uns chás da Kusmi Tea que são um espetáculo, recomendo! Algumas galerias têm lojas mais acessíveis, vale a pena dar uma explorada. O almoço foi um autêntico baguete – e olha a sacolinha dos chás aí 😉

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Caminhando mais um pouco chegamos ao Arco do Triunfo, de onde saem diversas avenidas! Não chegamos a subir, porque estávamos apertados no tempo, mas a vista da Champs de lá deve ser incrível! Ah, vimos até uma noivinha sendo fotografada! De lá partimos de bike para ah, a Torre Eiffel! Sentamos no Champs de Mars para um programa tipicamente parisiense! Como gastamos tudo na Champs, haha, resolvemos não subir na Torre aquele dia – e foi a sorte, pois o último andar estava fechado!

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Pegamos um final de tarde com uma das cenas mais românticas à beira da Torre. Ah, vimos muitos noivinhos aproveitando o visual pra fazer fotos com as alianças também, hehe! Repara que fui especialmente vestida pro momento: uma t-shirt com várias Torres Eiffel, da Hering. Fomos em direção ao ao metrô e tem uma feirinha super bacana – foi onde eu encontrei os lenços mais baratos!

Na volta ao Montmarte, descemos pertinho do Moulin Rouge e passamos em frente ao Café onde a Amelie Poulain trabalhava no filme, já viste? Eu curti! Jantamos no restaurante Le Zebra, que, segundo meu cunhado, tem um dos melhores entrecots de Paris. E deve ser verdade, porque a janta foi di-vi-na! E pelo preço de uns 15 euros, melhor ainda mais em se falando de Paris!

Bom, vi várias tendências para a moda verão na Champs, aguarde que o post de amanhã é sobre isso!

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Paris, mon amour

setembro 7

Oi, meninas

lembram que eu já contei um monte de coisas do meu primeiro dia em Paris? Pois é, na verdade aquele dia foi bem mais longo, hehe. Acionamos o turbo do tênis e andamos um monte naquele dia ainda. Pra começar esse post, quero indicar as ruas que ficam pertinho da Saint German. Tem um monte de restaurantes e vimos um show de jazz numa esquina que foi realmente um encanto! Também tem lojas de souvenires, onde eu comprei um chapéu lindo e super útil pra encarar as andanças sob o sol. Por sinal, mesmo no verão as temperaturas são mais amenas em Paris, mas na semana em que estávamos lá fez um calorão e só choveu um dia, e foi de madrugada.

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Ah, se quiser saber como é o ticket do metrô de Paris, dá uma olhada no meu chapéu também, hehe. Obra de arte do mon amour. Caminhamos bastante pela região e chegamos ao Quartier Latin, que também é uma ótima dica de noite na capital francesa. Depois do almoço, caminhamos na beira do Sena e anota: tem um monte de barraquinhas com artesanato local, peças vintage e peças de decoração super charmosas, como porta-copos e olha esse termômetro que compramos lá.

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Pela beira do Sena, chegamos à Catedral de Notre Dame, que completa 850 anos em 2013 e recebeu diversas atrações culturais, A igreja é linda mesmo, ao melhor estilo gótico, e guarda os restos mortais de padres. Não exploramos muito, mas vale a pena o passeio! De lá ainda fomos para a Sacre Coeur de Montmartre, já que ficava beem pertinho do apê que alugamos. A Basílica fica bem no alto, por isso tem uma baita escadaria pra subir – ouvi falar que tem tipo bondinhos que fazem o translado também, mas esse eu não testei. Além da Basílica, que é lindíssima, o que é mais legal é a vista! Fomos no final da tarde e vimos Paris acendendo suas luzes, de encher os olhos. Curte só a vista.

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Ah, pertinho da Sacre Coeur tem uma praça cheia de restaurantes, artistas de rua e lojas de souvenir com preços bem interessantes. Sugiro pegar o pôr do sol na basílica e jantar por ali, um programa apaixonante!

Bom, depois do Louvre, Saint German, Ponte des Arts (ou a ponte dos cadeados), Catedral de Notre Dame e Basília do Sacre Coeur, hora de jantar e descansar para o próximo dia. Te conto em breve tá?

Se quiser saber alguma coisa em específico, me escreve! [email protected]

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Chegando em Paris

setembro 4

Bom dia, meninas!

Esse blog tá bem viajado, né? A Mari em Nova Iorque e eu te contando da minha passagem por Paris 😉

Bom, saindo de Lisboa fomos a Roma encontrar meus cunhados, que moram na capital italiana. No dia  seguinte partimos para Paris com a Easy Jet, umas das empresas low cost para viajar pela Europa. Depois de um atraso básico, hora de embarcar e atenção: se você quiser pagar pouco, não despache malas, mas cuide bem o tamanho da sua bagagem de mão, pois eles são bem chatos com isso. No geral, percebemos que ir de mochila é mais tranquilo, eles nem olham, agora mala com rodinha é outra história – mesmo a mochila sendo maior que as malas, hehe.

Bom, fizemos tantas coisas em Paris que nem sei por onde começar! Chegando em Paris à noite, fomos direto pra um apartamento que alugamos pelo airbnb.com, uma dica muito boa para quem viaja em casal ou família. Esse site reúne pessoas que alugam apartamentos ou quartos em tudo que é lugar do mundo! Você se cadastra, procura o lugar que mais te agrada e faz reserva pelo site. Aí o proprietário te recebe e você se sente, literalmente, em casa. Nesse apê de Paris, a dona morava lá e saiu nos dias que alugamos, então era completinho: tinha desde lava-louças e lavadora de roupas até banheira e todos os itens de cozinha. Para você ter uma ideia, pagamos 100 euros pelo apartamento com um quarto e um sofá cama na sala. Com isso, fizemos várias refeições em casa como café da manhã e janta e economizamos bastante em comida – e quem conhece Paris sabe como isso é caro por lá!

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A cozinha desse apê é americana, como você pode ver no canto esquerdo. Para a esquerda também ficava o corredor que levava ao quarto e ao banheiro.Sobre a decoração, falo pra vocês em outro post, tá? Chegamos em Paris em um sábado e anote aí: o primeiro domingo do mês é tradicional pela entrada nos museus serem grátis. Por isso nosso primeiro ponto turístico foi o Musée du Louvre. Acordamos cedo e fomos pra fila, que andou rapidinho assim que abriu o museu, às 9h. O Louvre é dividido em várias alas e fica fácil se achar com o mapa que eles fornecem. Ficamos cinco (!) horas caminhando e não vimos tudo, mas tem obras imperdíveis, como a Vênus de Milus.

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Outra atração que meu namorado não abriu mão de ver foi código de Hamurabi, aquele que diz “olho por olho, dente por dente”, conhece? Realmente tem muita coisa para ser vista então das duas uma: ou você vai com bastante tempo e perambula por tudo, ou vai informado sobre o que quer visitar, localiza no mapa e seja objetivo. Como tínhamos tempo, vimos um pouco de tudo: muita arte oriental, peças da antiga Mesopotâmia, esculturas francesas, ih, não tem nem como descrever. Mas nos encantou os apartamento de Napoleão: peças luxuosas onde o general dava altas festas e jantares. Ah, e a Monalisa, ou Gioconda, é pop ( e bem pequena): impossível chegar muito perto!

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Perto do meio-dia o Louvre ficou tão lotado que tava complicado caminhar e já estávamos cansados, então fomos almoçar do outro lado do Sena. Na volta, vimos uma ponte reluzindo e mais perto vimos que se tratava da Ponte dos Cadeados, um lugar onde os casais apaixonados deixam seu cadeado como forma de selar o amor na Capital Francesa. A chave eu joguei no Sena, que é pra nunca romper nossos laços, hehe. Olha a quantidade de cadeados!!!

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Bom, esse é só o início, no próximo post te conto mais sobre Paris, viu?

Se joga ou… só joga!

abril 8

Se você acompanha sites de moda, já deve ter percebido que muita gente já não veste mais os casacos, simplesmente apoia eles nos obros, não é mesmo? Pois é!

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Foi tudo culpa das fashionistas italianas Viviana Volpicella e Giovanna Battaglia que circularam pelas semanas de moda com os casacos jogados nos ombros, como se não sentissem o frio do inverno europeu. De lá para cá, virou hit!

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Eu curto porque no outono gaúcho, às vezes é frio e outras vezes é quente. Assim fica mais prático na hora de tirar o casaco. Mas muita gente vira a cara para essa tendência, dizendo que é meio sem sentido.

Será?

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Você curte? Comenta aí!

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Unhas: cuidado com os pés

dezembro 11

Oi, meninas!

Depois de alguma semanas de muitos estudos e provas, retorno hoje falando sobre unhas dos pés.

É super comum reclamarem de unhas encravadas e é por isso que devemos escolher bem a profissional que cuidará dos nossos pés. As unhas dos pés precisam ser cortadas/lixadas, deixando-as em um formato quadrado. Assim, elas não encravam.

É muito importante cuidar também com as micoses, principalmente nesta época do ano, quando estamos em contato com pisos de piscina e frequentamos clubes. Sempre seque bem os pés após banhos e use chinelo em lugares públicos.

Para manter uma boa aparência dos pés, deixe-os sempre hidratados. O meu creme predileto para pés é o da Natura Ekos, de castanha.

E sobre os esmaltes usados nas unhas dos pés? Vocês gostam de cores fortes ou claras? Gostam de ter cores diferentes nas unhas dos pés e das mãos? Eu, particularmente, gosto de usar Renda, da Risqué ou de fazer francesinha ou ainda de fazer uma combinação que eu acho linda – usar Samba e Paris, ambos da Risqué. A primeira camada é de Paris, a segunda de Samba e a última é a de Paris novamente. Fica um branco delicado no pé e combina com qualquer cor de unha da mão.

Espero que essas dicas ajudem a vocês a ficarem com um pé lindo e delicada para usarem e abusarem de sapatos abertos nesse verão!

Beijos,

Larissa Morás